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Feedback - Entrevista
 

Entrevista

Ele é encenador, pintor, mas o que levou o Feedback100% a convidá-lo para uma troca de impressões, foi a publicação do seu mais recente trabalho literário ‘A Alquimia das Palavras’.

Quando somos amigos próximos das pessoas, por vezes, é muito difícil falar delas, porque se somos mesmo amigos, iremos de certeza apenas falar bem, por vezes parecendo até ‘graxista’. Ora, neste caso concreto, o nosso entrevistado até nem precisa de adjectivos exagerados, uma vez que o seu currículo e trabalho feito falam por sí.

Armando Moreira deverá ser conhecido pela maioria dos mortais, devido ao seu lado de encenador da sua ‘Máquina do Tempo’, mas surpreendeu tudo e todos na apresentação do seu último livro -, porque juntou o que lhe era possível da área cultural, e foi um desfilar de acontecimentos no Coliseu Micaelense.

Nomes como Zeca Medeiros, Álvaro de Lemos, Gilberto Cardoso helena Oliveira, Helena Ferreira, Luís Rocha e muitos outros amigos seus deram uma verdadeiro espectáculo, onde se juntou música, teatro, literatura e magia.

A ‘Alquimia das Palavras’ está nas prateleiras das livrarias e se seguir a nossa sugestão, vai de certeza deliciar-se e sentir-se ou encontrar-se numa ou noutra página. Porque mais açoriano, só mesmo os clássicos da literatura açoriana.

Antes mesmo, acompanhe-nos nesta deliciosa troca de impressões, que por pouco escreveríamos a ‘Alquimia das Palavras II’

Nesta edição que dedicamos ao pai, o Feedback 100% foi conversar com um, que pela nossa cultura constrói e restaura a Viola da Terra e tem ainda a feliz particularidade de ter já como seu seguidor, um dos seus filhos. Duas gerações, um único interesse, a salvaguarda de um instrumento tipicamente açoriano.

No seu pequeno ateliê, com um fundo repleto de guitarras, entre alguma ferramenta aqui e acolá, e um novo instrumento a ser trabalhado a nossa conversa sobre a Viola da Terra foi música para os nossos ouvidos.

Melhorá-la passa pelo uso da madeira usada, as colas, as cordas, os enfeites e acabamentos continuarão de certeza, a fazer com que este instrumento ao ser ouvido em qualquer parte do mundo, seja logo reconhecido como sendo dos Açores.

Hugo e Dinis Raposo são duas gerações, que em comum têm tudo desde o sangue ao gosto por aquilo que é nosso. Dois açorianos que o Feedback100% sente orgulho pelo seu trabalho, uma vez que defendem o que é cultura açoriana.

Uma troca de impressões ligeira como deverá ser o ‘carinho’ de um pai.

Feliz Dia e até uma próxima oportunidade!

Reservado q.b., discreto e cuidadoso no uso das palavras, não seria Luís Alberto Bettencourt o compositor e músico que é.

Neste momento, encontra-se a preparar uma colectânea musical que incluirá temas já muito conhecidos seus e outros originais, que serão interpretados por vozes por si convidadas e, que pretende ainda concluir durante este ano.

Como o próprio se define, não é um homem de grandes ambições, mas é um entendido no ramo como poucos. Bastante critico, quanto ás massificações e desigualdades no mundo musical regional e nacional.

Com um currículo musical invejável, Luís Alberto Bettencourt foi o compositor/músico convidado pelo Feedback100% para a primeira troca de impressões deste ano, outras se seguirão.

Uma entrevista imperdível para quem gosta de ouvir boa música e para todos quantos estão a enveredar pelo ramo, pois poderá beber aqui alguma ideias que de certeza poderão ser-lhe úteis no futuro e para o futuro que se pretende saudável no meio musical regional.

Acompanhe-me!

É já no próximo dia 17 de Maio, Domingo do Senhor Santo Cristo dos Milagres, que o Grupo de Cantares Tradicionais ‘Belaurora’ comemora os seus vinte e quatro anos de existência.

Foram anos de um exaustivo e permanente trabalho na recolha, pesquisa, estudo, preparação e divulgação da música tradicional açoriana, tendo como único objectivo o de preservar e deixar para as gerações futuras um legado musical histórico de valor incalculável e de riqueza cultural única e de referência.

Durante todos estes anos, foram muitas as actuações, muitas vezes nas mais incríveis situações, tanto dentro como fora da Região, com um número bastante significativo de apresentações no estrangeiro.

De forma a inteirarmo-nos da vida e obra, deste grupo referência que defende a cultura musical tradicional 100% açoriana, o Feedback convidou o seu mentor e fundador para uma troca de impressões.

Carlos de Medeiros Sousa é como o já afirmamos o fundador deste projecto, mentor e chefe do grupo de cantares, respira e bebe música popular açoriana, iria mais longe ao afirmar que, no seu sangue deverá correr notas de música e não sangue, e no que toca aos ‘Belaurora’ está já a preparar uma possível publicação literária, que será no fundo a história e um portfólio do grupo.

Do currículo dos ‘Belaurora’ consta muitos diplomas de mérito, prémios e homenagens, vários CD’s e um DVD de excelente qualidade musical e visual e que o Feedback aconselha a 100% a sua aquisição.

Viaje connosco neste passeio ao interior da nossa identidade enquanto povo, numa açorianidade típica e que o vai fazer sentir-se orgulhoso e feliz, de dizer e defender o facto de ser ilhéu.

Nas próximas duas páginas garanto-lhe música açoriana de qualidade e muito bom nível para os seus ouvidos, para isso só tem mesmo que ouvir para já ‘Belaurora’

Recentemente homenageado pela Câmara Municipal de Ponta Delgada, por altura dos 463 anos da cidade, ora pelo seu excelente trabalho na área do audiovisual, Zeca Medeiros torna-se sem nunca dar a menor importância a tal, num dos homens do momento da cultura açoriana.

O seu último trabalho de realização cinematográfica ‘Anthero – O Palácio da Ventura’ está a ser apresentado um pouco por todo o lado, tanto dentro como fora de portas e, recebido os mais rasgados elogios.

Segundo o nosso entrevistado, agora que se trata de um homem com outra idade – mais maduro – confidenciou ao Feedback100% que, quanto mais avança no tempo, mais sentimental e sensível vai ficando, isto reportando-se à recente homenagem de que foi alvo e que o deixou extremamente emocionado e sensibilizado.

Na edição que decidimos dar destaque à figura de Zeca Afonso, convidámo-lo para uma breve troca de impressões, pelo facto de ele ser um enorme admirador dele, por ter sido homenageado a nível nacional com o Prémio Zeca Afonso e por várias vezes fazer espectáculos compostos por músicas dele.

Uma troca de impressões imperdível e que o vai certamente mostrar o outro lado de Zeca Medeiros.

Venha na nossa companhia, que garantimos-lhe que vai gostar!

Na edição que damos destaque ao 25 de Abril e a Zeca Afonso, não poderíamos ter sido mais ‘sortudos’, quando convidamos Cristina Branco que de imediato aceitou uma troca de impressões com o Feedback100%.

Cristina Branco vai estar entre nós, já no próximo dia 24 de Abril, para um espectáculo que se acredita venha a ser memorável, uma vez que, vem cantar Zeca Afonso, no Teatro Micaelense.

A jovem artista é portuguesa e faz furor com a sua música, um pouco pelos quatros cantos do mundo. Da sua discografia, já fazem parte uma dezena de álbuns, sendo o mais recente ‘Kronos’, que se encontra a ser bastante badalado nas rádios.

Dos compositores/autores açorianos é admiradora de Zeca Medeiros, e de Zeca Afonso tem as melhores lembranças e referências. Quanto às expectativas para o espectáculo em S.Miguel, elas são as melhores.

Uma rápida troca de impressões, que os nossos leitores vão de certeza gostar de ler e de conhecer, na voz e pensamento de uma jovem artista, que se encontra a encantar todos quantos têm tido o prazer de a ouvir.

Acompanhe-nos!

Nada nesta vida tem vida eterna, logo seguindo este ponto de vista, o nosso património por mais rico que seja, também não o é. Rico, já todos nós sabemos ser verdade, mas que cuidados está a merecer dos seus proprietários, sejam eles privados ou públicos. Foi precisamente isto que fomos saber.

O Palácio da Fonte Bela, mais conhecido pela Escola Secundária Antero de Quental esteve durante alguns meses a ser algo de restauro e conservação nas suas salas mais emblemáticas, e o Feedback100% está à vontade para lhe garantir, depois de ter estado in locco nos respectivos lugares que, a riqueza e beleza são de encher os olhos aos menos atentos a este tipo de arte.

Estivemos à conversa com Paulo Ludgero, um dos proprietários da empresa nacional a quem foi adjudicado o restauro dos tectos de algumas das salas deste espaço, logo ficamos a saber por alguém que não é açoriano, que o nosso património é único a nível nacional, mas que está um bocado descuidado, que é urgente termos uma campanha de levantamento com a devida catalogação, de que ano são, quem foram os autores, que materiais foram usados e outros pontos de interesse, para quem quer saber mais informação hoje e principalmente para as coisas no futuro não serem de todo irremediáveis.

Viaje connosco pela última sala primorosamente preparada pelo seu talvez primeiro proprietário, em meados do século XIX, para servir de recepção aos seus convidados, e sinta não o cheiro, mas a grandeza de um homem, que há muitos anos atrás dava mais valor ao nosso património cultural, do que nós hoje, independentemente de tanta formação que temos.

Se sentirmos o verdadeiro peso das palavras do nosso entrevistado, de certeza que amanhã olharemos para o nosso património com outros olhos.

 

De há cinco anos a esta parte, as Grandes Festas do Divino Espírito Santo passaram a ser da responsabilidade da autarquia pontadelgadense, logo e consequentemente passaram também a ter uma visibilidade e dimensão muito maiores.

Hoje, esta é sem dúvida uma das mais importantes, logo a seguir ao culto pelo Senhor Santo Cristo, festa de cariz religioso de Ponta Delgada, tanto pela dimensão que tomaram, como pela própria envolvência de todas as freguesias do concelho e da população em geral.

Ser açoriano é sem dúvida ser devoto da Santíssima Trindade, o que não quer dizer que não o seja, se não for obrigatoriamente ilhéu, uma vez que as mesmas já têm um peso bastante significativo, um pouco por todo o mundo, talvez porque a açorianidade é de certa forma ‘sentida’ nos quatro cantos do planeta, com maior incidência nas nossas comunidades.

De forma a conhecermos melhor a pessoa que deu uma dimensão ‘maior’ a estas festas dentro da maior cidade do arquipélago, talvez a dimensão que reflicta a fé dos açorianos, pelo culto ao Divino Espírito Santo, o Feedback convidou-a para uma troca de impressões.

O resultado não poderia ser outro, a Presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada, Dr.ª Berta Cabral tal como afirma nesta troca de impressões, é açoriana, logo é devota do Divino Espírito santo.

Acompanhe-nos!

   

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